Livros

Apesar de toda tecnologia no mundo atual, umas das coisas mais simples e emocionante que ainda podemos fazer é ler.
O momento de leitura é um tempo só nosso...
...é a hora em que vivemos fantasias, imaginamos situações, conhecemos uma infinidade de lugares, solucionamos problemas, viajamos para outras épocas, enfim, damos um tempo em nossa vida, no corre-corre do nosso dia-a-dia e passamos a compartilhar com inúmeras e diferentes personagens realidades distantes.
Se você nunca tentou, se dê uma chance de conhecer esse mundo.
Deixo aqui algumas dicas de leituras fáceis e que envolvem o leitor:


O caçador de Pipas
Khaled  Hosseini
Uma das obras mais  emocionantes que já li. Antes de ler esse livro a idéia que eu tinha sobre o Afeganistão era aquela que a maioria das pessoas tem: um país envolvido em guerras, com um povo sofrido e infeliz, que tem no seu dia-a-dia que lidar com armas, fugir da morte, matar por comida e ao mesmo tempo mergulhado num fanatismo religioso. 
Porém, é incrível como o autor conseguiu transformar todas essas questões conflitantes em páginas envolventes e cativantes, através das idéias e sentimentos de um povo desconhecido para nós, mas ao mesmo tempo tão íntimo.


Crime e Castigo
Fiódor Dostoiévski
Em um primeiro momento o vimos como uma história policial cujo objetivo é encontrar o assassino. Porém, o livro é muito mais do que isso, pois no decorrer da leitura, nos encontramos frente a uma trama de personagens cujos conflitos internos e sociais, nos envolvem de uma certa maneira que passamos a questionar sobre conceitos que nos foram impostos durante a vida. 

acesse: http://www.netsaber.com.br/resumos/ver_resumo_c_648.html
              http://pt.wikipedia.org/wiki/Fi%C3%B3dor_Dostoi%C3%A9vski


A menina que roubava livros
Marcus Zusak
Ambientada na Alemanha Nazista, esse livro conta a história de uma menina que descobre, através da leitura, formas de se convencer do sentido de sua existência. Diante aos horrores da guerra, a personagem passa por uma série de situações e por três momentos dá de encontro com a morte, que aliás, é personificada pelo autor como a própria narradora dos fatos.
Apesar de já no início levarmos um susto com a frase: "Eis um pequeno fato: você vai morrer", a narrativa é tão encantadora e envolvente que passamos a olhar para a "morte" com respeito e admiração. O desenrolar da história...só lendo!!!!  

acesse: http://www.letraselivros.com.br/index.php?option=content&task=view&id=519


Ensaio sobre a Cegueira
José Saramago
      "Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara."

"Este é um livro francamente terrível com o qual eu quero que o leitor sofra tanto como eu sofri ao escrevê-lo. Nele se descreve uma longa tortura. É um livro brutal e violento e é simultaneamente uma das experiências mais dolorosas da minha vida. São 300 páginas de constante aflição. Através da escrita, tentei dizer que não somos bons e que é preciso que tenhamos coragem para reconhecer isso."    José Saramago  

acesse:  http://www.cornflakepromises.hpg.ig.com.br/cegueira.htm


Os Irmãos Karamazov
Fiódor Dostoievski
Nessa obra, Dostoievski, se mostra inteiramente: suas experiências na Sibéria, o autoritarismo do pai, a epilepsia, a morte de um filho, ... são temas tão bem descritos, que só alguém que viveu tudo isso é capaz de nos passar de uma maneira tão real.
O cenário de todos esses conflitos é um país de grandes constrastes sociais, de homens e mulheres  miseráveis, bêbados, criminosos, vítimas de injustiças e abusos, numa Rússia recém saída da servidão,  onde prevalecem muitos dos privilégios do antigo regime. Desenvolve, a partir daí uma análise da alma do povo russo, criando uma perspectiva de simpatia para com os pobres, realçando a sua honra e dignidade.
Apesar de seu espírito crítico, Dostoievski acredita na benevolência do ser humano, mostrando sempre um fundo positivo, mesmo que se trate do "detestável Fiodor ou do irascível Dmitri".

acesse: http://www.literal.com.br/artigos/os-irmaos-karamazov



As memórias do Livro
Geraldine Brooks
Uma restauradora de livros, Hanna, é chamada a Sarajevo para examinar o Hagadá, um código judaico do século XV que havia desaparecido durante a guerra da Bósnia.
Após tantos conflitos e perseguições, um documento como este estava preservado e em segurança. A partir de várias pistas encontradas no próprio manuscrito,  Hanna desvenda uma série de enigmas e reconstrói os caminhos percorridos pelo o livro, revelando seu passado.

              http://www.asmemoriasdolivro.com.br/